Série
Uma Metáfora e Múltiplos Sentimentos
Convido ao recolhimento e ao silêncio da contemplação, onde talvez resida o sentido mais profundo da obra: somos feitos de versões e fragmentos que coexistem. Diante desse espelho, quem olha também se reconhece.
Inspirada em um documentário sobre um grupo argentino que há mais de uma décadas lê “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, fui impactada pelo semblante de uma mulher. Seu rosto passou a ser repetido em cada tela, como uma estratégia poética que evoca a multiplicidade do ser.
Leia mais em ensaios - “Em busca da Criação” por André Venzon
Série
Destruição
Uma reflexão atravessada pelos acontecimentos recentes — a pandemia da COVID-19, a Guerra da Ucrânia e as tensões geopolíticas que marcaram o mundo entre 2020 e 2026 —, somada ao avanço do aquecimento global, instaurando um tempo de medo, perda e incerteza. Entre o silêncio e a repetição, a pintura torna-se um espaço de resistência e escuta, onde o humano se revela em sua condição mais vulnerável e, ao mesmo tempo, profundamente sensível.
Série
Amazônia Azul
Nesta pintura, Ita Stockinger revela o lado azul da Amazônia: seus rios sinuosos, seus pássaros em voo, os estuários que se abrem como veias d’água, os vestígios e segredos guardados pela floresta. A geometria clara contrasta com o azul profundo, como se a memória das águas se entrelaçasse ao traço humano, formando mapas de percursos e de pertencimentos.



















