Aqui o olhar se volta para os enormes organismos vivos da Amazônia — uma floresta que respira e digere, um estômago de riquezas pulsantes. Essas forças vitais, no entanto, não estão livres: são vigiadas pelos homens do mundo.
A densidade da cor e o embate das formas evocam tanto a abundância quanto a ameaça, um corpo coletivo sob constante vigilância.